Quem somos?

 

Cátia

Se efetivamente fosse uma borboleta, seria azul da cor do mar que ela tanto ama. É dedicada aos outros como qualquer alma pura e, por isso, escolheu a profissão de enfermagem. Nos seus tempos livres gosta de passar para o papel as mil ideias que lhe vão surgindo no decorrer dos seus dias. Ama a sua terra natal, que tem no coração apesar da distância. Gosta de fazer magia na cozinha e perde-se na leitura. Recentemente adotou uma gata, que é agora a sua mais fiel companheira (Na verdade a gata é que a adotou. Só a Cátia é que não sabe). As suas mil sardas, que lembram constelações, fazem com que as câmaras a adorem. É impossível não adorar. 156 centímetros de garra e vontade de dar a volta ao mundo. Resumidamente, esta mulher não se mede aos palmos.

 

Samuel

O homem cá da casa. Se fosse uma borboleta de verdade, seria verde para que pudesse camuflar-se entre o arvoredo. É que ele vive muito no meio da natureza. Espera paciente e silencioso que passe um animal para capturá-lo. Não fisicamente. Capturá-lo com a sua lente. O hobby da fotografia vale-lhe diversas imagens inéditas da fauna mas também da flora da sua região. É um grande observador e prende-se nos detalhes. Desenha como um verdadeiro artista que é. Mas a modéstia é grande e desvaloriza sempre todos os seus talentos. Podemos chamar-lhe humildade. Também escreve e tem uma ligeira queda para a ironia e o humor negro. Acreditem que resulta bem. Na cozinha dá uns toques, mas tudo à base do tradicional. Velhos são os trapos, mas o que é tradicional é que é bom (e nacional também).

 

Daniela

Sem sombra de dúvida que, sendo uma borboleta, teria várias cores. Todas aquelas que a vida oferece, porque não conseguiria escolher só uma. De fotografia percebe pouco, mas ainda assim tem-na como hobby. Gosta de fotografar a natureza, quanto mais intocada melhor. Para ela ler é em papel, para sentir a aspereza da folha nas suas mãos, o cheiro característico dos livros e fazer algumas anotações. Tem dois cães, ambos adotados, que são duas das suas muitas alegrias. A sua maior paixão é viajar. Conhecer lugares e culturas diferentes e aprender com cada viagem que faz. Entre o mar e a serra a escolha é difícil. O mar descobriu-o mas a serra nasceu com ela. Entre ribeiras e penedos, entre vales e picotos, é onde mora e onde está sempre o seu coração.

 

 

Porque existem as borboletas no casulo?

Imaginem três crianças, juntas na mesma turma, na terra onde nasceram e cresceram. A vida levou uma para onde o Tejo desagua e por lá ficou. Outra permaneceu firme e da terra não saiu. Outra foi ver de capas negras e depois regressou. Os anos passaram e o contacto foi-se perdendo. Até que, no ano de 2020, um reencontro os uniu novamente, como quando eram miúdos. As feições mais maduras, mas os sorrisos inalterados. Desde esse momento, não há dia que não haja contacto. Uma mensagem, uma foto partilhada, uma vídeo chamada. Fomos percebendo em nós alguns potenciais em diversas áreas. Não somos profissionais, nem ambicionamos sê-lo. Queremos apenas fazer o que gostamos e partilhá-lo também com os outros.

 Aos que nos visitam neste blog, agradecemos e esperamos que a alegria da nossa amizade vos contagie.

Temos asas bonitas que ainda não voam por estarem em fase de crisálida. É por isso que estas nossas borboletas ainda estão…no casulo.